Governo
de Santa Catarina Oficializa a Política
de Destruição da Mata
Atlântica
Ao
enviar a proposta de Código Ambiental
de Santa Catarina para a
AssembléiaLegislativa, o governo do Estado
desfere mais um duro golpe na já
combalida politica de proteção
da natureza no nosso Estado.
Apesar começar reafirmando principios
básicos como se vê nos dois
artigos transcritos:
Art.
1º Esta lei, ressalvada a competência
da União e dos Municípios,
estabelece normas gerais visando à proteção
e à melhoria da qualidade ambiental no
território do Estado de Santa Catarina.
Art.
5º Para fins de proteção
dos recursos naturais, e observado o
artigo 2º desta lei, deverão ser
observados todos os fundamentos, objetivos,
diretrizes e demais regramentos estabelecidos
pelas normas federais e estaduais
integrantes do Sistema Nacional de Meio Ambiente
(SISNAMA).
o
referido Código avança contra
determinações consagradas na legislação
federal, revogando na prática o código
florestal (Lei 4.771/65), invertendo a
lógica da compensação ambiental
em clara e indevida premiação
do interesse
empresarial, inviabiliza a criação
de novas Unidades de Conservação
no Estado,
deturpa conceitos já consagrados na legislação
ambiental como os de restinga e
campos de altitude, entre outras barbaridades.
O
mais absurdo é que essa é uma
proposta elaborada a partir de
consultoria técnica remunerada com recursos
financeiros de um projeto destinado
especificamente à proteção
das florestas tropicais, disponibilizados
pelo banco alemão KfW.
Avalie
voce mesmo a proposta fazendo a leitura crítica
do texto enviado
a ALESC, o qual a FEEC disponibiliza aqui.
[ Clique
aqui para ler a proposta ]